BA 164 | Entenda como os distribuidores de adequaram à pandemia.

ISAPA Linhas leve e bike

Na Isapa foi criada uma espécie de comitê entre os sócios para que em conversas diárias fossem definidas ações, conforme a pandemia avançava. “Isso era algo novo e ninguém sabia o que iria acontecer. Inicialmente em março, nós fechamos tudo por 15 dias, depois fomos abrindo gradualmente. Colocamos 2/3 das pessoas do escritório em home office e está assim até hoje”, informa o diretor Comercial, Roland Setton.

Para os funcionários do depósito, eles utilizaram o benefício do Governo Federal para a manutenção do emprego. “O Governo oferece uma pequena parte, mas nós fizemos melhor: complementamos para que os funcionários não tivessem nenhuma perda salarial. Agora, os depósitos estão funcionando praticamente 100%, porque temos autopeças e peças para bicicletas, e essa última indo muito bem”.

Gestão de estoque – Setton comenta que por serem importadores, principalmente da China, a situação se inverteu. “No começo do ano, nós queríamos peças e as fábricas chinesas estavam fechadas por causa da pandemia. Depois eles abriram, mas nós tivemos uma queda de vendas e dosamos os embarques”.

E sem desabastecimento. “O nosso estoque está muito alto, já vínhamos com um bom estoque, porém, as vendas caíram um pouco em março, mais em abril e maio recuperaram um pouco. Parece que nesse mês de junho teremos o mesmo resultado do ano passado, talvez até venderemos um pouco mais, e achamos que em agosto voltaremos aos nossos níveis anteriores. Antes da pandemia vínhamos com um crescimento muito bom, acima de 15%”.

Relacionamento – “Nós já temos um relacionamento muito próximo aos nossos clientes. No início a maioria deles nos falava para não visitá-los, cada um tinha a sua estratégia, mas passávamos todas as informações para eles via internet, sobre lançamentos, promoções, etc.. Nós intensificamos um pouco mais o uso dos meios digitais”.

Mas Setton pondera que o Brasil é muito heterogêneo, em cada região é uma realidade. “Em algumas cidades o comércio parou, em outras não. Como dizem, são vários Brasis com diferentes momentos de pandemia, e nós nos adaptamos a essa realidade. Houve aumento do contato digital, mas em algumas localidades foi pessoal ou por telefone. Mas a orientação aos diretores foi a de evitarem sair de casa e aos nossos representantes para não fazerem viagens de avião”.

Pós-pandemia – O executivo diz que ainda é cedo para prever o que acontecerá após a pandemia. “Ainda não sabemos quando isso será, pode até haver outro fechamento daqui uns dias se a pandemia piorar, é uma coisa nova que ninguém sabe ao certo como ela evolui. É um dia de cada vez para definirmos o que faremos”.

O que já mudou foi a tradicional convenção anual da Isapa, geralmente realizada no mês de setembro, com a presença de representantes de todo o País. “Nesse ano ela será virtual”, informa Setton. E outras mudanças também podem vir a ocorrer. “De repente, passaremos a fazer mini convenções e com mais frequência ao longo do ano, e também nesse formato com os clientes. Nós estamos em um momento em que avaliamos várias situações, inclusive, se manteremos pessoas em home office”, finaliza.

Jahu Borrachas e Autopeças Linhas leve, pesada e utilitários

Além de seguirem todas as orientações dos decretos vigentes e as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), também foram feitas palestras orientativas para todos os funcionários da Jahu. “Introduzimos na nossa rotina a higienização frequente dos postos de trabalhos, contratando inclusive uma empresa para reforçar a limpeza neste período, fornecemos máscaras e álcool em gel para todos, colocamos higienizadores de calçados em todas as entradas das dependências da empresa, medimos a temperatura de todos que entram na empresa”, informa o diretor Comercial, Alcides Acerbi Neto.

Outra ação foi adequar a redução de jornada pelas regras governamentais, de acordo com o momento. “Também avaliamos a situação de cada colaborador para colocá-lo ou não em home office. Dividimos também, quando possível, os colaboradores de cada departamento em dois grupos, para evitarmos uma possível paralisação daquele setor. Flexibilizamos os horários para poderem utilizar o transporte público fora do pico ou para que possam utilizar a carona com outros colegas e apoiamos o uso do transporte particular”.

Gestão de estoque – Na Jahu, os estoques estão dimensionados para continuarem atendendo as necessidades de seus clientes. “Sem deixar de atender ninguém, trabalhamos todos os dias respeitando as recomendações e os decretos vigentes, com as portas fechadas, sem atendimento direto e com o delivery funcionando intensamente. Com entregas mais frequentes e com a equipe de logística focada no atendimento e despacho dos pedidos regulares, e uma flexibilização da política comercial para oferecer a melhor condição”.

Abastecimento – Neto comenta que o desabastecimento já era esperado. “Com a redução brusca no início da pandemia, muitos fabricantes optaram pelas férias coletivas e depois pela redução de jornada. Como cada um fez sua própria gestão da crise, o desabastecimento está disperso, faltando desde a matéria prima até a mão de obra, o que deverá perdurar pelos próximos meses em todos os elos da cadeia de fabricação”.

Mercado – Segundo ele, o mercado da linha leve está retomando aos poucos, mas com algumas mudanças quanto à maneira de comprar. “Temos notado uma frequência maior nas compras, mas com valores menores. A queda nas vendas foi uma realidade para o nosso setor. Comparando com a nossa média do início do ano, tivemos uma queda de 25% em março, de 45% em abril e de 20% em maio”.

Relacionamento – Nas palavras de Neto, hoje o relacionamento passou a ser até maior. “Neste momento, as videochamadas substituíram as visitas presenciais e acabaram sendo mais produtivas, pois eliminaram o tempo gasto com o deslocamento, o “cafezinho” e colocaram mais gente participando das reuniões. Com isso, temos nos “reunido” mais do que antes. Para ajudar nossos clientes, conversamos e analisamos cada caso, lembrando sempre que a crise veio para todos”.

Ainda de acordo com ele, “acredito que as reuniões de negócios serão mais por meio virtual, entre todos os elos da cadeia. Já os eventos, quando não for possível uma interação virtual, ocorrerão de maneira menos aglomerada, com restrição de participantes”.

Pós-pandemia – Na Jahu, o pós-pandemia virá com a cultura de métodos de higiene pessoal incorporados e procedimentos preventivos de transmissão de doenças mantidos. “Também com mudanças na forma de atendimento aos clientes e fornecedores, com o aproveitamento de modelos de trabalho que deram certo durante a crise e projetos de melhoria focando nos novos tempos. Para o mercado, projetos de implementação de novos modelos de negócios, visando os diversos cenários que podem ocorrer durante uma eventual crise”.

Luporini Linhas leve, utilitários, vans e picapes

Na Luporini, inicialmente, o horário de atendimento foi alterado para evitar o horário de pico dos funcionários no transporte público (de 8h às 18h, para 9h às 17h). “Também estabelecemos banco de horas para quem não pudesse trabalhar de casa e implementamos um sistema de rodízio, no qual uma metade dos vendedores trabalha de casa e a outra metade na empresa. Os funcionários que tinham férias a vencer foram “incentivados” a tirá-las”, conta o diretor Geral, Guido Luporini.

Luporini informa que protocolos mais rígidos de higienização foram estabelecidos, com uso e distribuição de máscaras e álcool em gel, medição de temperatura, bem como testes em todos os funcionários sempre que aparece alguém infectado ou familiares próximos. “E também acompanhamento psicológico online, com profissionais especializados visando o bem-estar emocional de nossos funcionários”.

Gestão de estoque – A Luporini tinha estoque suficiente para atender a demanda dos clientes e não sofreu desabastecimento. “Em relação às entregas, mesmo com a frota de transportadoras reduzida, não deixamos de atender prontamente nossos clientes com a mesma qualidade e agilidade de sempre, despachando os pedidos no mesmo dia”.

Por parte dos fabricantes no Brasil, Luporini diz que não está tendo desabastecimento de peças, o que falta é cliente para comprá-las. “As fábricas têm entregado bem. Nós é que não estamos comprando”. Porém, a questão é dos importados. “Nesse caso o problema foi maior. Faltou abastecimento. Quando a China parou, e quando eles voltaram, o Brasil parou. A mercadoria chegou, mas não foi vendida por consequência da quarentena. O dólar foi às alturas e o mercado caiu drasticamente”.

Mercado – Ele avalia que o mercado está paulatinamente se recuperando. “Nos meses de março, abril e maio, a queda foi de, em média, 45%, comparando com o mesmo mês do ano anterior. Junho está sendo melhor”.

Relacionamento – A Luporini estabeleceu uma linha de crédito para os pequenos comerciantes, cujo acesso a crédito é mais difícil e caro, e eles estão fazendo ações de marketing no Automobilismo Virtual para continuar sendo lembrado pelos clientes. Segundo Luporini, “as reuniões virtuais vieram para ficar. Mas, nós não deixaremos de fazer as presenciais, nem os eventos comemorativos. Para o nosso segmento pouca coisa vai mudar com o fim da pandemia”.

MEDAUTO Linha pesada e utilitários

Na Medauto duas linhas de frente de trabalho foram adotadas: medidas de saúde e medidas operacionais do setor de autopeças, conforme explica o diretor Comercial, Alex Leal. “Quanto às medidas de saúde, imediatamente afastamos os funcionários que estão no grupo de risco, reforçamos a higiene local e adotamos medidas preventivas. No que diz respeito às medidas operacionais, fortalecemos o relacionamento com nossos clientes, entendendo o momento de cada um e nos adequando a estes”.

Para não haver desabastecimento nas demandas dos clientes, o estoque foi reforçado, mas Leal comenta que está tendo falta de peças no mercado, em especial de fabricantes que atendem as montadoras. Sobre o desempenho das vendas, o momento é de retomada. “É inegável que tivemos uma queda nas vendas no mês de abril. Entretanto, sentimos que há uma retomada do setor e a perspectiva é positiva para os próximos meses”.

Relacionamento – No relacionamento com o cliente não houve grandes mudanças. “Nos nossos 50 anos de história sempre tivemos próximo de nossos clientes e este período apenas reforçou a fidelidade e a parceria que temos com nossos clientes/fornecedores”.

Pós-pandemia – “Seguimos fazendo o que acreditamos: relacionamento estreito com nossos clientes e fornecedores, bem como entregar qualidade, competitividade e zelar pela manutenção da frota que circula em nosso País”.

E ele diz que não somente no mercado de autopeças, mas todas as interações comerciais estão se digitalizando. “Acreditamos na era digital pela facilidade na geração de valor de nosso negócio. Caso nossos clientes demandem estruturas mais modernas, estamos à disposição para atendê-los prontamente”.

ODAPEL Linha pesada

Logo no início, José Augusto Dias, diretor Comercial da Odapel, conta que uma das medidas foi garantir a proteção de todos os funcionários com o uso de máscaras, em seguida, foram adotadas todas as medidas de segurança, conforme as recomendações dos órgãos de saúde, incluindo o distanciamento das pessoas no refeitório e em todas dependências da empresa.

“Todas as pessoas que tinham condições de trabalhar remotamente estão em home office, principalmente os vendedores que também tiveram seu ramal telefônico transferido para fazer o atendimento de casa. Nas filiais não tivemos problemas, pois nelas trabalham menos pessoas e são regiões que foram menos afetadas pela pandemia. Mesmo assim, adotamos as mesmas medidas de segurança da matriz”.

Vendas – Jô comenta que pela queda generalizada de consumo no País, houve reflexos para quem trabalha com a linha pesada, já que o transporte de mercadorias é feito por caminhões. “Nós estamos recuperando aos poucos as nossas vendas, mas acredito que a linha pesada sofreu um pouco menos do que a linha leve, mas logicamente, conforme for voltando à normalidade, a linha leve se recuperará rapidamente”.

Gestão de estoque – Com o estoque bem regulado, uma prática já recorrente na Odapel, Jô conta que foi possível suspender por 15 dias o recebimento de mercadoria dos seus fornecedores. “Fizemos isso para garantir a segurança dos nossos funcionários”. Por outro lado, com a queda de venda no início da pandemia, o estoque estava garantido. “Como a queda na venda foi forte, em torno de 50%, se você tem um estoque de 3 meses, com uma queda de venda dessa, seu estoque se torna de 6 meses”, compara.

Relacionamento – Uma das ações foi ajudar e orientar os seus clientes, com informações sobre o que a Odapel está fazendo, inclusive sobre os cuidados com os seus funcionários. “Os nossos clientes tiveram que se adaptar da noite para o dia para atender por delivery ou drive thru. Com o aumento do uso do celular, houve uma facilidade para o contato com o vendedor e pudemos notar a capacidade de venda através do WhatsApp. Alguns dos nossos clientes já estavam mais avançados, mas a maioria não, tendo que se adaptar com a venda fora do balcão e assim foram se encaixando nessa nova situação”.

Pós-pandemia – Para Jô, uma mudança após a pandemia é a continuidade do trabalho remoto. “Principalmente para os vendedores que moram longe, provavelmente vamos estender o home office. Mas isso será uma decisão pessoal, pois não são todos que se adaptam a esse modelo”.

No relacionamento com clientes e fornecedores, ele acha que o cenário é temporário. “O brasileiro não perderá nunca o relacionamento pessoal, não é da nossa cultura. Imagina não poder fazer reuniões presenciais com um fornecedor? Pelo Skype, pelo WhatsApp ou qualquer outra ferramenta de vídeo conferência não é a mesma coisa. Uma reunião virtual pode ser produtiva, pois é mais objetiva, porém nada substituiu o relacionamento pessoal”, finaliza.

POLIPEÇAS Linha leve

Na Polipeças, que soma 16 unidades, inclusive uma unidade foi aberta nesse ano em plena pandemia, em São José do Rio Preto (SP), o diretor Comercial, Neomar Costa, conta como foi a adaptação. A começar que o home office foi aplicado aos gerentes e administradores, principalmente para os profissionais enquadrados no grupo de risco, que são os acima de 60 anos.

“Nós seguimos todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e dos governos Federal, Estadual e Municipal nas nossas unidades de negócios. As que tiveram que fechar as suas portas, tão logo os governos editaram seus decretos, passaram a atender pelo sistema drive thru, com a entrega de mercadoria na porta da loja sem contato físico”. Algumas delas ainda estão trabalhando de portas fechadas com o sistema drive thru e a Polipeças foi adequando as suas unidades, conforme os decretos Estadual e Municipal de cada região. Abastecimento – Segundo Costa, eles já estão sentindo dificuldades com a entrega de produtos por parte dos fornecedores. Inclusive, esse foi um dos assuntos de uma live que ele participou junto aos membros da Andap. “Grande parte delas parou ou reduziu o seu funcionamento, e agora elas estão voltando ao atendimento bem lentamente, pois elas não sabem se estamos passando por uma bolha de retomada e a indústria não quer ficar com estoque”. Por parte dos distribuidores, ele comenta que não há desabastecimento. “Nós trabalhamos bem estocados e estamos repondo as nossas vendas. De maneira geral, o distribuidor tem um compromisso com a indústria de comprar um volume de cada linha dela e estamos cumprindo esse compromisso”. Vendas – Ele lembra que após o dia 21 de março houve uma parada violenta no volume de venda. “Em algumas das nossas unidades de negócios a queda foi de mais de 30%, em relação ao que vendíamos em 2019”. A retomada começou no mês passado. “No final de maio, as vendas foram voltando à normalidade e houve uma pequena melhora. As lojas de Porto Alegre, Vitória, Brasília e São Luis voltaram a abrir suas portas, por isso que tivemos essa retomada das vendas”. Relacionamento – Em algumas localidades, os promotores da Polipeças voltaram à rotina de visitas físicas, com todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos. “Vendas pela internet são para a pessoa física. No nosso caso, que é uma relação entre pessoas jurídicas, ela é feita com muitas informações por parte da indústria para nós, distribuidores, e de nós para o comércio, por isso, é muito necessária a presença física”. Também no relacionamento com os seus clientes, a Polipeças mantém uma comunicação muito eficiente por telefone, e-mail e aplicativos. Por parte dos seus fornecedores, Costa prevê que o contato físico demorará um pouco mais. “Acreditamos que após o término do isolamento social voltarão as visitas dos promotores, gerentes e vendedores da indústria, porém, isso se dará com muita cautela. Por outro lado, com a postergação da redução de carga horária e dos salários até o final do ano, por parte do Governo Federal, algumas fábricas e distribuidores poderão aplicar essa nova legislação, o que postergará esse contato”. REDE PITSTOP Diretor da Rede PitStop, Paulo Fabiano conta que eles estão vivendo um momento de saída da

quarentena. “Mas, os nossos primeiros movimentos foram realmente de ações voltadas à segurança e à saúde dos nossos colaboradores e dos colaboradores das lojas. Suspendemos os atendimentos presenciais de nossos consultores nas lojas. Nossa equipe atuou junto aos associados remotamente e mantendo o mesmo nível de atendimento”. Por ter sido uma mudança importante, diferente do que estar presencialmente nas lojas, houve um trabalho intenso na capacitação da equipe. “Nós sentimos uma resposta muito positiva, apesar do nosso mercado muitas vezes não ser visto como digitalizado. Conseguimos provar tecnicamente, com altos níveis de interação, que isso não é verdade. Levamos conhecimento de forma rápida e estruturada para nossos associados”. Fabiano destaca que um ponto importante é a manutenção da capacitação dos associados. “A Rede PitStop tem uma agenda anual de treinamentos presenciais 
Luis voltaram a abrir suas portas, por isso que tivemos essa retomada das vendas”. Relacionamento – Em algumas localidades, os promotores da Polipeças voltaram à rotina de visitas físicas, com todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos. “Vendas pela internet são para a pessoa física. No nosso caso, que é uma relação entre pessoas jurídicas, ela é feita com muitas informações por parte da indústria para nós, distribuidores, e de nós para o comércio, por isso, é muito necessária a presença física”. Também no relacionamento com os seus clientes, a Polipeças mantém uma comunicação muito eficiente por telefone, e-mail e aplicativos. Por parte dos seus fornecedores, Costa prevê que o contato físico demorará um pouco mais. “Acreditamos que após o término do isolamento social voltarão as visitas dos promotores, gerentes e vendedores da indústria, porém, isso se dará com muita cautela. Por outro lado, com a postergação da redução de carga horária e dos salários até o final do ano, por parte do Governo Federal, algumas fábricas e distribuidores poderão aplicar essa nova legislação, o que postergará esse contato”. REDE PITSTOP Diretor da Rede PitStop, Paulo Fabiano conta que eles estão vivendo um momento de saída da
Neste momento, nós estamos bem próximos da normalidade de demanda”.

Relacionamento – “A empresa sempre trabalhou de forma muito próxima dos seus parceiros, seja através dos representantes ou da equipe comercial interna, e isso faz muita diferença nesses momentos em que os clientes precisam de uma maior atenção”.

Pós-pandemia – Na visão de Garcia, “o principal para o período pós-pandemia é adequar nosso nível de estoque devido ao desabastecimento do momento e também seguir com as devidas medidas de proteção com toda nossa equipe”. Ele também prevê mudanças. “Realmente será um cenário bem diferente em relação a contatos e visitas presenciais. As visitas, convenções, ferramentas de vendas e demais eventos serão exclusivamente virtuais”.

COBRA ROLAMENTOS Linhas leve, agrícola, industrial e motos

A adaptação da Cobra Rolamentos e Autopeças foi bastante tranquila, até porque culturalmente a empresa investe bastante em tecnologia. Inclusive, ela é pioneira no setor de autopeças a implementar o sistema Picking by Voice para a separação de pedidos. Na prática, o operador interage por voz com o sistema por meio de um microfone para receber informações detalhadas do pedido.
POLIPEÇAS Linha leve

Na Polipeças, que soma 16 unidades, inclusive uma unidade foi aberta nesse ano em plena pandemia, em São José do Rio Preto (SP), o diretor Comercial, Neomar Costa, conta como foi a adaptação. A começar que o home office foi aplicado aos gerentes e administradores, principalmente para os profissionais enquadrados no grupo de risco, que são os acima de 60 anos.

“Nós seguimos todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e dos governos Federal, Estadual e Municipal nas nossas unidades de negócios. As que tiveram que fechar as suas portas, tão logo os governos editaram seus decretos, passaram a atender pelo sistema drive thru, com a entrega de mercadoria na porta da loja sem contato físico”. Algumas delas ainda estão trabalhando de portas fechadas com o sistema drive thru e a Polipeças foi adequando as suas unidades, conforme os decretos Estadual e Municipal de cada região. Abastecimento – Segundo Costa, eles já estão sentindo dificuldades com a entrega de produtos por parte dos fornecedores. Inclusive, esse foi um dos assuntos de uma live que ele participou junto aos membros da Andap. “Grande parte delas parou ou reduziu o seu funcionamento, e agora elas estão voltando ao atendimento bem lentamente, pois elas não sabem se estamos passando por uma bolha de retomada e a indústria não quer ficar com estoque”. Por parte dos distribuidores, ele comenta que não há desabastecimento. “Nós trabalhamos bem estocados e estamos repondo as nossas vendas. De maneira geral, o distribuidor tem um compromisso com a indústria de comprar um volume de cada linha dela e estamos cumprindo esse compromisso”. Vendas – Ele lembra que após o dia 21 de março houve uma parada violenta no volume de venda. “Em algumas das nossas unidades de negócios a queda foi de mais de 30%, em relação ao que vendíamos em 2019”. A retomada começou no mês passado. “No final de maio, as vendas foram voltando à normalidade e houve uma pequena melhora. As lojas de Porto Alegre, Vitória, Brasília e São Luis voltaram a abrir suas portas, por isso que tivemos essa retomada das vendas”. Relacionamento – Em algumas localidades, os promotores da Polipeças voltaram à rotina de visitas físicas, com todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos. “Vendas pela internet são para a pessoa física. No nosso caso, que é uma relação entre pessoas jurídicas, ela é feita com muitas informações por parte da indústria para nós, distribuidores, e de nós para o comércio, por isso, é muito necessária a presença física”. Também no relacionamento com os seus clientes, a Polipeças mantém uma comunicação muito eficiente por telefone, e-mail e aplicativos. Por parte dos seus fornecedores, Costa prevê que o contato físico demorará um pouco mais. “Acreditamos que após o término do isolamento social voltarão as visitas dos promotores, gerentes e vendedores da indústria, porém, isso se dará com muita cautela. Por outro lado, com a postergação da redução de carga horária e dos salários até o final do ano, por parte do Governo Federal, algumas fábricas e distribuidores poderão aplicar essa nova legislação, o que postergará esse contato”. REDE PITSTOP Diretor da Rede PitStop, Paulo Fabiano conta que eles estão vivendo um momento de saída da

quarentena. “Mas, os nossos primeiros movimentos foram realmente de ações voltadas à segurança e à saúde dos nossos colaboradores e dos colaboradores das lojas. Suspendemos os atendimentos presenciais de nossos consultores nas lojas. Nossa equipe atuou junto aos associados remotamente e mantendo o mesmo nível de atendimento”. Por ter sido uma mudança importante, diferente do que estar presencialmente nas lojas, houve um trabalho intenso na capacitação da equipe. “Nós sentimos uma resposta muito positiva, apesar do nosso mercado muitas vezes não ser visto como digitalizado. Conseguimos provar tecnicamente, com altos níveis de interação, que isso não é verdade. Levamos conhecimento de forma rápida e estruturada para nossos associados”. Fabiano destaca que um ponto importante é a manutenção da capacitação dos associados. “A Rede PitStop tem uma agenda anual de treinamentos presenciais 
Luis voltaram a abrir suas portas, por isso que tivemos essa retomada das vendas”. Relacionamento – Em algumas localidades, os promotores da Polipeças voltaram à rotina de visitas físicas, com todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos. “Vendas pela internet são para a pessoa física. No nosso caso, que é uma relação entre pessoas jurídicas, ela é feita com muitas informações por parte da indústria para nós, distribuidores, e de nós para o comércio, por isso, é muito necessária a presença física”. Também no relacionamento com os seus clientes, a Polipeças mantém uma comunicação muito eficiente por telefone, e-mail e aplicativos. Por parte dos seus fornecedores, Costa prevê que o contato físico demorará um pouco mais. “Acreditamos que após o término do isolamento social voltarão as visitas dos promotores, gerentes e vendedores da indústria, porém, isso se dará com muita cautela. Por outro lado, com a postergação da redução de carga horária e dos salários até o final do ano, por parte do Governo Federal, algumas fábricas e distribuidores poderão aplicar essa nova legislação, o que postergará esse contato”. REDE PITSTOP Diretor da Rede PitStop, Paulo Fabiano conta que eles estão vivendo um momento de saída da
Neste momento, nós estamos bem próximos da normalidade de demanda”.

Relacionamento – “A empresa sempre trabalhou de forma muito próxima dos seus parceiros, seja através dos representantes ou da equipe comercial interna, e isso faz muita diferença nesses momentos em que os clientes precisam de uma maior atenção”.

Pós-pandemia – Na visão de Garcia, “o principal para o período pós-pandemia é adequar nosso nível de estoque devido ao desabastecimento do momento e também seguir com as devidas medidas de proteção com toda nossa equipe”. Ele também prevê mudanças. “Realmente será um cenário bem diferente em relação a contatos e visitas presenciais. As visitas, convenções, ferramentas de vendas e demais eventos serão exclusivamente virtuais”.

COBRA ROLAMENTOS Linhas leve, agrícola, industrial e motos

A adaptação da Cobra Rolamentos e Autopeças foi bastante tranquila, até porque culturalmente a empresa investe bastante em tecnologia. Inclusive, ela é pioneira no setor de autopeças a implementar o sistema Picking by Voice para a separação de pedidos. Na prática, o operador interage por voz com o sistema por meio de um microfone para receber informações detalhadas do pedido.123
Luis voltaram a abrir suas portas, por isso que tivemos essa retomada das vendas”. Relacionamento – Em algumas localidades, os promotores da Polipeças voltaram à rotina de visitas físicas, com todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos. “Vendas pela internet são para a pessoa física. No nosso caso, que é uma relação entre pessoas jurídicas, ela é feita com muitas informações por parte da indústria para nós, distribuidores, e de nós para o comércio, por isso, é muito necessária a presença física”. Também no relacionamento com os seus clientes, a Polipeças mantém uma comunicação muito eficiente por telefone, e-mail e aplicativos. Por parte dos seus fornecedores, Costa prevê que o contato físico demorará um pouco mais. “Acreditamos que após o término do isolamento social voltarão as visitas dos promotores, gerentes e vendedores da indústria, porém, isso se dará com muita cautela. Por outro lado, com a postergação da redução de carga horária e dos salários até o final do ano, por parte do Governo Federal, algumas fábricas e distribuidores poderão aplicar essa nova legislação, o que postergará esse contato”. REDE PITSTOP Diretor da Rede PitStop, Paulo Fabiano conta que eles estão vivendo um momento de saída da
Neste momento, nós estamos bem próximos da normalidade de demanda”.

Relacionamento – “A empresa sempre trabalhou de forma muito próxima dos seus parceiros, seja através dos representantes ou da equipe comercial interna, e isso faz muita diferença nesses momentos em que os clientes precisam de uma maior atenção”.

Pós-pandemia – Na visão de Garcia, “o principal para o período pós-pandemia é adequar nosso nível de estoque devido ao desabastecimento do momento e também seguir com as devidas medidas de proteção com toda nossa equipe”. Ele também prevê mudanças. “Realmente será um cenário bem diferente em relação a contatos e visitas presenciais. As visitas, convenções, ferramentas de vendas e demais eventos serão exclusivamente virtuais”.

COBRA ROLAMENTOS Linhas leve, agrícola, industrial e motos

A adaptação da Cobra Rolamentos e Autopeças foi bastante tranquila, até porque culturalmente a empresa investe bastante em tecnologia. Inclusive, ela é pioneira no setor de autopeças a implementar o sistema Picking by Voice para a separação de pedidos. Na prática, o operador interage por voz com o sistema por meio de um microfone para receber informações detalhadas do pedido.123456789

“Nós seguimos todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e dos governos Federal, Estadual e Municipal nas nossas unidades de negócios. As que tiveram que fechar as suas portas, tão logo os governos editaram seus decretos, passaram a atender pelo sistema drive thru, com a entrega de mercadoria na porta da loja sem contato físico”. Algumas delas ainda estão trabalhando de portas fechadas com o sistema drive thru e a Polipeças foi adequando as suas unidades, conforme os decretos Estadual e Municipal de cada região. Abastecimento – Segundo Costa, eles já estão sentindo dificuldades com a entrega de produtos por parte dos fornecedores. Inclusive, esse foi um dos assuntos de uma live que ele participou junto aos membros da Andap. “Grande parte delas parou ou reduziu o seu funcionamento, e agora elas estão voltando ao atendimento bem lentamente, pois elas não sabem se estamos passando por uma bolha de retomada e a indústria não quer ficar com estoque”. Por parte dos distribuidores, ele comenta que não há desabastecimento. “Nós trabalhamos bem estocados e estamos repondo as nossas vendas. De maneira geral, o distribuidor tem um compromisso com a indústria de comprar um volume de cada linha dela e estamos cumprindo esse compromisso”. Vendas – Ele lembra que após o dia 21 de março houve uma parada violenta no volume de venda. “Em algumas das nossas unidades de negócios a queda foi de mais de 30%, em relação ao que vendíamos em 2019”. A retomada começou no mês passado. “No final de maio, as vendas foram voltando à normalidade e houve uma pequena melhora. As lojas de Porto Alegre, Vitória, Brasília e São Luis voltaram a abrir suas portas, por isso que tivemos essa retomada das vendas”. Relacionamento – Em algumas localidades, os promotores da Polipeças voltaram à rotina de visitas físicas, com todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos. “Vendas pela internet são para a pessoa física. No nosso caso, que é uma relação entre pessoas jurídicas, ela é feita com muitas informações por parte da indústria para nós, distribuidores, e de nós para o comércio, por isso, é muito necessária a presença física”. Também no relacionamento com os seus clientes, a Polipeças mantém uma comunicação muito eficiente por telefone, e-mail e aplicativos. Por parte dos seus fornecedores, Costa prevê que o contato físico demorará um pouco mais. “Acreditamos que após o término do isolamento social voltarão as visitas dos promotores, gerentes e vendedores da indústria, porém, isso se dará com muita cautela. Por outro lado, com a postergação da redução de carga horária e dos salários até o final do ano, por parte do Governo Federal, algumas fábricas e distribuidores poderão aplicar essa nova legislação, o que postergará esse contato”. REDE PITSTOP Diretor da Rede PitStop, Paulo Fabiano conta que eles estão vivendo um momento de saída da

quarentena. “Mas, os nossos primeiros movimentos foram realmente de ações voltadas à segurança e à saúde dos nossos colaboradores e dos colaboradores das lojas. Suspendemos os atendimentos presenciais de nossos consultores nas lojas. Nossa equipe atuou junto aos associados remotamente e mantendo o mesmo nível de atendimento”. Por ter sido uma mudança importante, diferente do que estar presencialmente nas lojas, houve um trabalho intenso na capacitação da equipe. “Nós sentimos uma resposta muito positiva, apesar do nosso mercado muitas vezes não ser visto como digitalizado. Conseguimos provar tecnicamente, com altos níveis de interação, que isso não é verdade. Levamos conhecimento de forma rápida e estruturada para nossos associados”. Fabiano destaca que um ponto importante é a manutenção da capacitação dos associados. “A Rede PitStop tem uma agenda anual de treinamentos presenciais 
Luis voltaram a abrir suas portas, por isso que tivemos essa retomada das vendas”. Relacionamento – Em algumas localidades, os promotores da Polipeças voltaram à rotina de visitas físicas, com todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos. “Vendas pela internet são para a pessoa física. No nosso caso, que é uma relação entre pessoas jurídicas, ela é feita com muitas informações por parte da indústria para nós, distribuidores, e de nós para o comércio, por isso, é muito necessária a presença física”. Também no relacionamento com os seus clientes, a Polipeças mantém uma comunicação muito eficiente por telefone, e-mail e aplicativos. Por parte dos seus fornecedores, Costa prevê que o contato físico demorará um pouco mais. “Acreditamos que após o término do isolamento social voltarão as visitas dos promotores, gerentes e vendedores da indústria, porém, isso se dará com muita cautela. Por outro lado, com a postergação da redução de carga horária e dos salários até o final do ano, por parte do Governo Federal, algumas fábricas e distribuidores poderão aplicar essa nova legislação, o que postergará esse contato”. REDE PITSTOP Diretor da Rede PitStop, Paulo Fabiano conta que eles estão vivendo um momento de saída da
Neste momento, nós estamos bem próximos da normalidade de demanda”.

Relacionamento – “A empresa sempre trabalhou de forma muito próxima dos seus parceiros, seja através dos representantes ou da equipe comercial interna, e isso faz muita diferença nesses momentos em que os clientes precisam de uma maior atenção”.

Pós-pandemia – Na visão de Garcia, “o principal para o período pós-pandemia é adequar nosso nível de estoque devido ao desabastecimento do momento e também seguir com as devidas medidas de proteção com toda nossa equipe”. Ele também prevê mudanças. “Realmente será um cenário bem diferente em relação a contatos e visitas presenciais. As visitas, convenções, ferramentas de vendas e demais eventos serão exclusivamente virtuais”.

COBRA ROLAMENTOS Linhas leve, agrícola, industrial e motos

A adaptação da Cobra Rolamentos e Autopeças foi bastante tranquila, até porque culturalmente a empresa investe bastante em tecnologia. Inclusive, ela é pioneira no setor de autopeças a implementar o sistema Picking by Voice para a separação de pedidos. Na prática, o operador interage por voz com o sistema por meio de um microfone para receber informações detalhadas do pedido.123
Luis voltaram a abrir suas portas, por isso que tivemos essa retomada das vendas”. Relacionamento – Em algumas localidades, os promotores da Polipeças voltaram à rotina de visitas físicas, com todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos. “Vendas pela internet são para a pessoa física. No nosso caso, que é uma relação entre pessoas jurídicas, ela é feita com muitas informações por parte da indústria para nós, distribuidores, e de nós para o comércio, por isso, é muito necessária a presença física”. Também no relacionamento com os seus clientes, a Polipeças mantém uma comunicação muito eficiente por telefone, e-mail e aplicativos. Por parte dos seus fornecedores, Costa prevê que o contato físico demorará um pouco mais. “Acreditamos que após o término do isolamento social voltarão as visitas dos promotores, gerentes e vendedores da indústria, porém, isso se dará com muita cautela. Por outro lado, com a postergação da redução de carga horária e dos salários até o final do ano, por parte do Governo Federal, algumas fábricas e distribuidores poderão aplicar essa nova legislação, o que postergará esse contato”. REDE PITSTOP Diretor da Rede PitStop, Paulo Fabiano conta que eles estão vivendo um momento de saída da
Neste momento, nós estamos bem próximos da normalidade de demanda”.

Relacionamento – “A empresa sempre trabalhou de forma muito próxima dos seus parceiros, seja através dos representantes ou da equipe comercial interna, e isso faz muita diferença nesses momentos em que os clientes precisam de uma maior atenção”.

Pós-pandemia – Na visão de Garcia, “o principal para o período pós-pandemia é adequar nosso nível de estoque devido ao desabastecimento do momento e também seguir com as devidas medidas de proteção com toda nossa equipe”. Ele também prevê mudanças. “Realmente será um cenário bem diferente em relação a contatos e visitas presenciais. As visitas, convenções, ferramentas de vendas e demais eventos serão exclusivamente virtuais”.

COBRA ROLAMENTOS Linhas leve, agrícola, industrial e motos

A adaptação da Cobra Rolamentos e Autopeças foi bastante tranquila, até porque culturalmente a empresa investe bastante em tecnologia. Inclusive, ela é pioneira no setor de autopeças a implementar o sistema Picking by Voice para a separação de pedidos. Na prática, o operador interage por voz com o sistema por meio de um microfone para receber informações detalhadas do pedido.12345678955555

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